VILA GALÉ HOTÉIS vem relativamente a notícias divulgadas, prestar os seguintes esclarecimentos:
O grupo Vila Galé celebrou em maio de 2018 um acordo de parceria com uma empresa brasileira proprietária de uma área de cerca de 60 ha para o desenvolvimento de um resort hoteleiro numa área total aproximada de 20 hectares, no Município de UNA, Estado da Bahia.
Trata-se de um projeto estruturante para UNA, para a Bahia e para o Brasil, constituído por um grande Resort com cerca de 500 quartos, 6 Restaurantes, Centro de Convenções e Eventos, piscinas, Clube de Crianças com Parque Aquático, Recepção, Bares, SPA com piscina interior aquecida, etc., no padrão que a Vila Galé tem vindo a realizar em vários Estados do Brasil – Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e com projetos para vários outros Estados do Brasil.
Este projeto, atenta a sua relevância em termos de investimento privado, geração de emprego (mais de 500 empregos diretos e cerca de 1.500 indiretos) e criação de riqueza, merece o apoio do Município de UNA, do Governo do Estado da Bahia e do Ministério do Turismo do Brasil/Embratur.
É a Vila Galé reconhecida pelos seus investimentos em integral respeito pelas normas ambientais e urbanísticas e de uma forma socialmente responsável.
Os estudos e projetos foram realizados na totalidade, estando aprovados pelas entidades competentes – A licença prévia ambiental está emitida e em vigor.
A licença de instalação e o alvará de construção estão prontos para emissão, apenas a aguardar o esclarecimento desta questão por parte da FUNAI e do Ministério da Justiça que tutela esta instituição.
O terreno em que se situa o projeto tem uma área de 20 ha na frente de praia e preservará rigorosamente todos os valores ambientais e a vegetação relevante existente.
Não existe no local qualquer tipo de ocupação de pessoas e bens ou sequer vestígio da mesma num horizonte temporal muito alargado.
Da parte da Vila Galé está tudo preparado para o imediato arranque da obra de construção logo que se verifique o esclarecimento desta questão e munida das necessárias licenças.
Relativamente às “notícias” informamos:
- A obra não está iniciada.
- Não existem indígenas nesta área nem quaisquer vestígios dos mesmos no local.
- Esta área é propriedade privada.
- Existe um processo de demarcação de terra indígena em curso na FUNAI, processo este que não está concluído.
E não está aprovado pelo Ministério da Justiça que tutela a FUNAI e muito menos pelo Presidente da República, o que é essencial.
Existe uma contestação desta pretensão por parte dos proprietários que fundamentam a total inconsistência do processo:
Só após aprovação formal do Presidente da República é que se poderá falar em terreno indígena.